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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto Ciências EAD

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg Ciências EAD:




1) PORTFÓLIO: UMA IMPORTANTE FERRAMENTA DE FORMAÇÃO

Autores*: SILVA, Micheli San Martins (autora); MACHADO, Mariel Oliveira (Co-autora); NOGUEIRA, Patrícia Rutz (Co-autora); MEDEIROS, Ana Laura Salcedo de (Orientadora)

Introdução
Este relato busca ressaltar a importância do uso de portfólios para a formação docente, bem como, este recurso tem sido utilizado por licenciandas do curso de Ciências na Educação a Distância (Ead) no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID), no qual desenvolvem projetos em uma escola do município de Santa Vitória do Palmar.

Desde o início deste projeto utilizam esse recurso a fim de refletir sobre como estão desenvolvendo essas ações na escola e também através do mesmo se torna possível repensar sobre as suas práticas.

Resultados e Discussões
Anteriormente ao PIBID as licenciandas não tinham nenhuma experiência com o uso do portfólio, assim os resultados da utilização desse recurso ainda estão sendo colhidos e ampliados, mas já é possível ver que ele tem ajudado a refletir sobre o que as práticas na escola têm contribuído para formação docente, torna possível ainda observar como esta sendo desenvolvida a formação dentro do contexto escolar, e também torna possível guardar memórias de como está sendo construída a formação, como se pode observar nesta parte do relato de uma das colegas, “enquanto observava os alunos fui percebendo que o que os empolgava e ao mesmo tempo os deixava  tão nervosos e ansiosos era a viagem, que os alunos dos trabalhos vencedores ganhariam,  para exporem os mesmos na FURG, em Rio Grande. Minha experiência com esta feira de ciências foi que os alunos tem sempre um bom, ou melhor, desempenho nas suas atividades e aprendizagens se forem motivados, seja por algo ou alguém”. [...]

Considerações Finais
Com os registros no portfólio torna-se possível observar a forma como foi o início do desenvolvimento de novas experiências e de adquirir vivências na escola, as barreiras enfrentadas e como a cada dia é permitido o crescido nas práticas docentes, o portfólio, portanto pode ser considerada uma forma de ter todas essas memórias registradas.

Através das experiências registradas neste relato, pode-se notar, que apenas se torna possível se familiarizar com as escritas, de portfólio após certo tempo, porém seria bom continuar desenvolvendo essa prática ao decorrer da formação, pois tem resultados positivos, além de contribuir para o crescimento pessoal e profissional.

Link de acesso ao arquivo completo:




2) PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS NA EJA.

Autores*: COELHO, Camila Rodrigues (autora); PAPAIANI, Claudia de Souza (co-autora);  MEDEIROS, Ana Laura Salcedo de (Orientadora )

Introdução
Esse relato apresenta as aprendizagens adquiridas no projeto “Prevenção ao uso de drogas na EJA” em uma escola de um bairro bastante carente do nosso município, Santa Vitória do Palmar, por um grupo do Programa Institucional de Incentivo à Docência (PIBID) Ciências EAD.

Apresentamos nossas vivências, de discente em formação no curso de Licenciatura em Ciências na modalidade à distância, com o ambiente escolar e com o projeto que tem como objetivo trabalhar alguns temas transversais, o qual participamos. [...]

Resultados e Discussões
Os objetivos foram alcançados, os alunos se envolveram e participaram de maneira satisfatória e cada vez mais nos sentimos pertencentes ao ambiente escolar. Nos diálogos ao final da palestra podemos ver alunos chegando ao psicólogo, questionando e contando suas experiências. Os alunos ficaram mais próximos de nós, chegando até nos entregar um poema escrito dentro de uma clínica de reabilitação. Tudo isso nos gratifica e proporciona grandes aprendizagens para levarmos em nossa vida de futuros professores.

Considerações Finais
Este projeto tinha a intenção de prevenir e informar aos alunos do EJA os malefícios do consumo de drogas e também de conscientização da comunidade escolar através do projeto.

Outro objetivo alcançado é pertencente á nós, pibidianos, que podemos ver a entrega e o envolvimento dos alunos conosco, o quanto ficamos íntimos e amigos, acredito que para muitos ali fomos um ombro amigo e alguém que os ouviu atentos. Pois foi esta atenção de que muitos precisavam naquele momento.  

Com as aprendizagens que obtivemos no PIBID Ciências EAD junto com meu grupo, com a professora orientadora e a supervisora do projeto vamos ampliando nossas vivências, observando o cotidiano da escola e os problemas que acontecem dentro e fora dela.

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3) CONVERSANDO SOBRE AS DROGAS NA ESCOLA DE JOVENS E ADULTOS

Autores*: Soares, Eliane Aguiar, Jader de Oliveira, Glênio Pinto dias de

Resumo
O projeto tem o objetivo de criar momentos de reflexões e aprendizagens junto aos alunos da escola, pibidianos e professores daquela comunidade escolar. O referido trabalho é flexível e contextualizado, pois abordar esse tema na escola ajuda Aos licenciandos em formação inicial a formar cidadãos esclarecidos e atualizados com o contexto que a nossa sociedade apresenta.  Trabalho realizado no turno da noite, onde participam alunos das séries finais da EJA na faixa etária de 16 a 68 anos.

Resultados e Discussões
Os resultados tem sido de realização de experiências de relatos de exdrogados, os mesmos têm demonstrado participação verbal e de escritas como elaboração de poemas de próprio punho.

Considerações Finais
A finalidade do projeto é manter um diálogo aberto, nosso grupo acredita na prevenção das drogas através da educação, incentivando os alunos a ter uma vida saudável e produtiva.  Contudo, acreditamos ser a melhor maneira de mantê-los longe das drogas e de outros tipos de dependência química.

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Veja também arquivo com material complementar do projeto




4) PIBID DESAFIOS E CONQUISTAS

Autores*: Domingues, Rosemeri Souza, Andréia de   Medeiros, Ana Laura Salcedo de 

Introdução
[...] O grupo de pibidianos em suas atividades encontraram diversos desafios por estarem incluídos numa escola estando ainda em formação inicial docente.O maior desafio do PIBID na EaD que é estar longe da Universidade, sem ter a possibilidade de diálogo presencial com a coordenadora do subprojeto.

 Apesar da distância, temos a internet como nossa aliada permitindo a aproximação e a construção de saberes entre pessoas que estão distantes, fisicamente, mas bem próximas por um objetivo de formação.O PIBID permite experenciar o cotidiano da escola, essa ação nos deixa mais seguras em relação ao cotidiano escolar que encontraremos enquanto professoras.  

Resultados e Discussões
Enquanto alunos EaD, encontramos muitas dificuldades pela distância e problemas de conexão com a tecnologia, mas com a oportunidade dos encontros semanais temos tido o sentimento de pertencimento à Universidade (figura 2). 

Outra conquista importante é poder participar de eventos, como MPU e Cirandar, que possibilitam novas percepções acadêmicas proporcionando nossa formação. 

Considerações Finais
Este relato tem o objetivo de mostrar para quem possa interessar que participar do PIBID na EaD apresenta muitos desafios pela distância da Universidade, assim como conciliar tempo para desenvolver as atividades paralelas com o curso. Porém as conquistas obtidas são maiores, pois além das atividades na escola, obtendo experiências na prática de observação na sala de aula, antes mesmo do estágio, conciliamos com o trabalho que desenvolvemos com nossa coordenadora tanto no Moodle como nos encontros semanais, onde através de leituras e vídeos, nos provoca a pensar sobre, nos engrandecendo como futuras professoras tornando-nos reflexivas e críticas. 

Com toda a experiência obtida através do programa consideramos que é de grande importância que hajam projetos como estes nas licenciaturas, pois visa uma qualificação para um futuro docente.

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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto História

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg História:



1)PIBID DE HISTÓRIA DA FURG: RELATO DE UMA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA

Autores*: JESUS, Thais Tomaz do Carmo; PIRES, Desirée de Oliveira - SCHIAVON, Carmem G. Burgert (orientadora)

Introdução
A presente comunicação diz respeito ao relato de uma primeira experiência realizada em sala de aula, por meio das atividades do Subprojeto de História do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) da FURG. Nesta direção, pretende-se apresentar esta primeira experiência ocorrida na Escola Estadual Marechal Emílio Luiz Mallet, com educandos do sexto ano do Ensino Fundamental. A partir deste espera-se contribuir com algumas observações relacionadas à prática docente quanto ao ensino do conteúdo sobre as sociedades amazônicas, bem como a eliminação do olhar preconceituoso em relação às culturas indígenas.

Resultados e Discussões
Para surpresa geral, após o término da aula, foi possível perceber que os educandos têm uma visão digamos que “ampliada” sobre os índios e que a grande maioria deles não os representa como povos “selvagens” ou populações que vivem isoladas do mundo – prática tão costumeira. Tanto que com base nestas informações elencadas pelos educandos, houve a possibilidade de estabelecimento de uma relação com o período pré-colonial dos povos que viviam na Amazônia, a partir do trabalho com práticas como: sedentarismo, nomadismo, caça, coleta, entre outras.

Além disso, a realização desta aula também deixou em evidência a dificuldade que os alunos têm em compreender determinados conceitos, fato que originou a formação de duplas e uma pesquisa em dicionários acerca dos significados das palavras desconhecidas, bem como uma reflexão sobre estas após a escrita destes conceitos nos cadernos dos alunos; em outras palavras, pensou-se no estabelecimento de uma espécie de glossário. 

Considerações Finais
Em linhas gerais, este primeiro contato com a sala de aula foi positivo, pois houve a possibilidade de uma real reflexão sobre o que é a docência e, embora se saiba que o processo de formação é longo e dinâmico, sem sombra de dúvidas, esta primeira experiência aflorou a deixou em evidência o quanto é importante a comunicação entre o professor e aluno, tendo em vista que por meio desta torna-se possível perceber as dificuldades dos educandos no que diz respeito à compreensão do conteúdo, assim como se pode pensar em outras metodologias de trabalho. Enfim, a docência envolve um processo de formação que é contínuo e exige não somente a atualização do professor mas, também, um envolvimento que é cotidiano.

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Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto Interdisciplinar

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg Física:



1) PROJETO SEMEAR: FORMAÇÃO CONTINUADA

Autores*: SARAIVA,  Cleusa Chagas(autor/es) HAMMES, Caroline FARIAS, Ana Silvia FALCÃO, Leticia CORREA -  Elaine Pereira(orientador)

Introdução
Este trabalho apresenta o Projeto Semear, elaborado pelo grupo PIBID Interdisciplinar, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O Projeto realizado na Escola Municipal Frederico Ernesto Buchoolz, envolve a professora supervisora e licenciandos de diferentes áreas do conhecimento e tem como objetivo associar a formação e o trabalho docente aos estudos e práticas interdisciplinares. Nesse sentido, o desenvolvimento do Projeto que utiliza a horta escolar como objeto de pesquisa interdisciplinar com uma tentativa inovadora de  metodologia de ensino , vem se mostrando como uma potente ferramenta para articular formação docente com o tema interdisciplinaridade na escola.

Resultados e Discussões
As oficinas de aprendizagem e as demais ferramentas metodológicas possibilitam a construção de um trabalho interdisciplinar, que rompe com a atual forma de organização das disciplinas no currículo escolar, na busca da edificação de um currículo para a construção social do saber. A Interdisciplinaridade, na concepção crítica, contribui para construir uma educação transformadora. 

Considerações Finais
Considerando que o professor é capaz de promover aprendizagens e vivências significativas, então é preciso envolvê-los em todas as atividades possíveis de serem desenvolvidas na escola, com  a aquisição de novos conhecimentos, onde todos os envolvidos no projeto, por meio da pesquisa e prática podem exercer uma atividade de ordem dinâmica, que favorece o ensino de várias áreas do conhecimento interligando-as e também possibilitando o incentivo à pesquisa e discussão de temas transversais como meio ambiente, alimentação, desperdício, trabalho cooperativo, comportamento.  E tornar possível o desenvolvimento do método de ensino-aprendizagem, através da prática aliada sempre a teoria.

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2) REDESCOBRINDO A ETEGV, UMA ESCOLA, UMA HISTÓRIA.

Autores*: MATOS, Joel Quevedo de BISTRICHI, Claudia Recowsky LARRALDE, Karina Vicent SOUZA, Vagner Viera de -  PEREIRA, Elaine Correa  (Orientadora)

Introdução
Nosso objetivo é trabalhar a relação entre os alunos e a escola, revivendo a história da mesma em sua forma complexa e apresentando essa estrutura aos alunos, com a ideia de inclui-los como membros formadores da micro sociedade escolar, capazes de somar a ela suas inovações e modificar esse ambiente que lhes é entregue "pronto". 

Para isso se mostra necessário derrubar conceitos que foram cultivados durante anos, frases como: "foi sempre assim..." e "que diferença faz?" se tornam proibidas não apenas no vocabulário, mas na mente dos alunos e funcionários, nos é importante considerar todo e cada individuo da sociedade como um componente histórico, capaz de alterar o ambiente ao seu redor de forma inovadora.

Resultados e Discussões
Devido ao fato do trabalho ainda estar em fase de formação e também a sua imensa carga de pesquisa dentro da comunidade escolar, tendo como produção de material físico relacionada a própria pesquisa, nosso resultado atual é a movimentação da comunidade escolar em auxiliar com relatos (e documentos em alguns casos) que nesse processo se integra da nossa proposta e contribui ao mesmo tempo que se engrandece com a troca de informação. 

Considerações Finais
Nesse momento estamos concluindo a revista eletrônica, tendo os painéis em vista e o documentário no horizonte, felizmente já nos inteiramos da maior parte das informações necessárias, e a revista necessita de apenas alguns retoques.

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3) O PIBID INTERDISCIPLINAR CULTIVANDO SABERES COM A HORTA ESCOLAR.

Autores*: KLAFKE, Fábio José SARAIVA, Cleusa Chagas ANJOS, Dayana Pereira dos FARIAS, Ana Sílvia de Souza CORREA, Elaine Pereira (orientadora)

Introdução
Traz-se aqui, uma síntese das ações realizadas na Escola Frederico Ernesto Buchholz, no município de Rio Grande, RS, no período de maio a dezembro de 2014, pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação aDocência (PIBID) Interdisciplinar. Um trabalho desenvolvido com professores, funcionários e educandos dos 4º anos do ensino fundamental. 

Resultados e Discussões
A partir do relato das professoras e da análise das produções, ao cabo das atividades citadas a cima, pode-se perceber que essas fomentaram o desenvolvimento da escrita em grande parte dos educandos, como também, os incitaram à construção coletiva de um ambiente de aprendizagem interdisciplinar, trazendo ao grupo além de amadurecimento e união, o sentimento de pertença ao espaço criado. 

Considerações Finais
Com práticas pedagógicas adequadas ao trabalho, elaboração e desenvolvimento da horta escolar, observa-se que há também o estímulo à aprendizagem a partir do ambiente construído. Com isso a aquisição de novos conhecimentos, onde todos, por meio da pesquisa e prática podem exercer uma atividade de ordem dinâmica, que favorece o ensino de várias áreas do conhecimento interligando-as, além de despertar valores sociais como participação, senso de responsabilidade, relação interpessoal e sensibilização acerca das questões relacionadas ao período histórico em que vivemos.

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4) OFICINA INTERDISCIPLINAR PIBID: VIVENCIANDO E COSNTRUINDO SABERES EM UM ESPAÇO DE APRENDIZADO

Autores*: AMARÍLIO, Carmen BIANCHI, Rosemary Martins MACHADO, Natalí Freitas MAIO, José Endrew Orientador: PEREIRA, Elaine Corrêa (Orientadora)

Introdução
Este projeto apresenta-se como grande desafio a interação entre a teoria desenvolvida no currículo do Ensino Médio em prática vivenciais como ações interdisciplinares a serem desenvolvidas pelo subprojeto Interdisciplinar/FURG. 

Sendo agraciada com o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/FURG) a escola vê essa integração entre a educação superior e a escola pública, uma grande oportunidade em oferecer aos seus educandos um espaço para construção de saberes através do projeto de trabalho das pibidianas envolvidas neste grupo intitulado OFICINA INTERDISCIPLINAR/PIBID: Vivenciando e construindo saberes em um espaço de aprendizagem.

Resultados e Discussões
Uma das dificuldades enfrentadas em dar continuidade ao trabalho foi em relação a evasão por parte dos alunos. Estes formam outra turma no contra turno e, por ser um espaço onde a frequência não é obrigatória, ser um grupo aberto, o transito de alunos é mutável. Cabe ressaltar que, os alunos que deram continuidade participando ao projeto há um grande interesse. Necessita-se repensar a logística das práticas em um novo projeto. Devido a esta incerteza da clientela a ser atendida pelos pibidianos, o grupo desenvolverá o subprojeto em turmas regulares, atendendo do 1º ano ao 9º ano do Ensino Fundamental, dentro do seu horário escolar. 

Considerações Finais
O trabalho de avaliação em turmas regulares resultará de uma reflexão com o grupo de trabalho sobre o planejamento e do feedback diário, das informações, questões e sugestões que receberam. Propondo aos alunos atividades contextualizadas diárias, o grupo de trabalho do projeto observará e planejará, de acordo com o interesse demonstrado pelos “novos” envolvidos na proposta, as próximas atividades.

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5) OFICINA INTERDISCIPLINAR PIBID: DESAFIOS ENFRENTADOS AO DESENVOLVER INTERDISCIPLINAR PARA ALUNOS DO ENSINO MÉDIO.

Autores*: AMORIM, Luiza Alves Penteado BIANCHI, Rosemary Martins GUERREIRO, Natália Garcia - Orientador: PEREIRA, Elaine

Introdução
Baseando-se no projeto realizado na Escola Carlos Loréa Pinto, que tem como título "OFICINA INTERDISCIPLINAR/PIBID: Vivenciando e construindo saberes em um espaço de aprendizagem" será relatado o desafio enfrentado ao desenvolver atividades interdisciplinares durante a realização deste projeto. 

O projeto em questão foi um grande desafio, no qual foram planejadas atividades estabelecendo o entrelaçamento entre conteúdos e metodologias diferenciadas que pudessem agregar mais conhecimento aos alunos e tornar real, dentro da escola, a prática interdisciplinar. Nunca imaginou-se que o nosso maior desafio a ser enfrentado seria a evasão por parte dos alunos, que acabaram, por diversos motivos, deixando de participar do projeto.

Resultados e Discussões
O trabalho de avaliação, ainda em andamento, resulta de uma reflexão com o grupo de trabalho sobre o planejamento e do feedback diário, das informações, questões e sugestões que receberam. Propondo aos alunos atividades contextualizadas diárias, o grupo de trabalho do projeto observará e planejará, de acordo com o interesse demonstrado pelos envolvidos na proposta, as próximas atividades.

Através dos depoimentos de alunos evadidos verificou-se várias razões pelo abandono ao projeto: achavam que seria reforço a determinadas disciplinas, o aluno tem dificuldades em trabalhar interdisciplinarmente, saídas por participarem em estágios e jovem aprendiz, cursinhos preparatórios para o ENEM, cursos técnicos, desinteresse dos alunos, atividades no contra turno entre outros. Podemos observar dados coletados de relatos dos 13/20 (treze de vinte) alunos inscritos no subprojeto interdisciplinar sobre os motivos da evasão, permanecendo um número 07 (sete) alunos que não tornaria viável o desenvolvimento das atividades. Cabe ressaltar que os alunos frequentes demonstraram grande participação e interesse nas atividades interdisciplinares e alguns deles foram convidados a participarem como auxiliares na continuidade do projeto. 

Considerações Finais
Pode-se concluir que os fatores externos estão presentes na problemática da evasão escolar contra turno. Fica claro que o maior desafio enfrentado em dar continuidade ao trabalho foi em relação a evasão por razões diversas por parte dos alunos. Estes formam outra turma no contra turno e, por ser um espaço onde a frequência não é obrigatória, ser um grupo aberto, o transito de alunos é mutável. . Devido a esta incerteza da clientela a ser atendida pelos pibidianos/licenciandos, necessita-se repensar a logística das práticas em um novo projeto, então o grupo desenvolverá o subprojeto em turmas regulares, atendendo do 1º ano ao 9º ano do Ensino Fundamental, dentro do seu horário escolar. 

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1) COLABORANDO COM O FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR E COM O INCENTIVO A LEITURA.

Autores*: DE LIMA,  Andreza Velho AMORIM, Luiza Alves Penteado GUERREIRO, Natália Garcia FREITAS, Natalí - Orientador: PEREIRA, Elaine

Introdução
O nosso trabalho pretende apresentar um projeto elaborado durante nossa atuação no PIBID INTERDISCIPLINAR. Tal projeto tem como objetivo colaborar com o funcionamento, organização e utilização da biblioteca como espaço de aprendizagem e incentivo à leitura. Através do nosso projeto temos a intenção de proporcionar espaços de leitura que representem conhecimento, prazer e alegria para os alunos da escola [...]

[...] Sabendo que o aluno tem pouco contato com a leitura e que na era das tecnologias os ambientes e acesso a acervos literários estão sendo pouco utilizado, este projeto nasceu a partir da ideia da supervisora e das alunas licenciandas e participantes do PIBID/FURG/ESCOLA LORÉA PINTO, para que os alunos das turmas selecionadas utilizem e percebam a importância Biblioteca Escolar e sejam motivados à leitura e trabalhos interdisciplinares a partir da mesma.

Resultados e Discussões
Com a aplicação desse projeto pretendemos incentivar os alunos a fazerem da leitura algo constante em suas vidas e também trabalhar a interdisciplinaridade no contexto escolar, partindo da leitura e estendendo a outras práticas interdisciplinares que possam contribuir com o desenvolvimento da capacidade reflexiva do aluno bem como sua formação como cidadão crítico e participativo. O resultado que esperamos após a aplicação do projeto é que tenhamos colaborado para a formação dos futuros cidadãos de nossa sociedade e ter contribuído na melhoria da concepção que a maioria das pessoas tem sobre leitura; queremos mostrar que a leitura pode ser prazerosa e também uma grande aliada nas práticas interdisciplinares.

Considerações Finais
Após a aplicação do projeto, faremos uma reflexão com o grupo de trabalho sobre tudo que vivenciamos com os alunos. Acreditamos que depois desta experiência todos estaremos transformados; tanto nós, pibidianas que aplicaremos o projeto, quanto os alunos da escola Loréa Pinto, que irão participar dele conosco. Queremos mostrar que ainda se pode resgatar a leitura e a utilização dos livros contidos na escola bem como incentivar a utilização do espaço da biblioteca escolar, colaborando também para a prática interdisciplinar dentro do contexto escolar. 

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2) TRABALHANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS

Autores*: Munhoz,Magda Medianeira Alberti Munhoz; ZAMBELLI, Patricia Antoneli Zambelli; SILVA, Matheus Marinho da Silva; MATTOS, Leandro Barros de Mattos; CORRÊA,Elaine Corrêa Pereira( Orientadora)

IntroduçãoPensar a educação na escola, requer segundo intervenção pedagógica sensível ao processo de história e identidade do educando, levando em conta a produção cultural, situada e contextualizada. Freire (1996)

Nesta dimensão, escola espaço físico, equipe diretiva, professores, educandos e funcionário formam um conjunto dinâmico marcando um tempo, embora transitório. No entanto deixam na sociedade a construção efetiva desta época.

Especificamente, falando da Escola Técnica Estadual Getúlio Vargas, da cidade de Rio Grande-RS, percebeu-se a necessidade do desenvolvimento de um projeto que buscasse afirmação de sua trajetória social concernente a sua historicidade.

Nesse sentido, justamente no ano em que a escola completa sessenta anos de fundação, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência interdisciplinar, contempla a escola com sua intervenção, oportunizando apreciar, este espaço escolar, de forma mais especial e específica sem a interferência do olhar rotineiro.

Resultados e DiscussõesEm virtude deste projeto de trabalho encontrar–se, no começo de sua produção, a intenção estreita-se neste momento , apenas na sua divulgação. Mesmo assim, há de ser levado em conta a sua relevância social, pelo seu caráter formativo, educativo e sobre tudo incentivador da relação escola e comunidade escolar.

Consideração FinaisEste projeto de trabalho interdisciplinar, permite a comunidade escolar vivenciar e criar vínculos com sua própria história. Oportuniza a professora supervisora e seus licenciandos, desenvolver metodologias e didáticas, exercitando o processo de conhecimento e avaliação por meio de verificações práticas afirmando a profissão escolhida.

Link de acesso ao arquivo completo:
https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BdHM1TTdoblhLd0k/view?usp=sharing




3)  HORTA ESCOLAR: AMPLIANDO OS HORIZONTES PARA ALÉM DA SALA DE AULA

Autores*: RIBEIRO, Camila Lopes (autor)    ANJOS, Dayana Pereira (co-autor) PEREIRA, Elaine Corrêa (orientador)

Introdução
Organizar uma horta na escola é uma atividade trabalhosa, mas compensadora porque promove mudanças de valores, hábitos, atitudes e metodologias dos alunos, professores e funcionários, tornando a própria a escola o exemplo dessa mudança.

Dentro deste contexto, apresentamos um recorte do projeto “A Horta escolar na produção de uma nova proposta interdisciplinar”, que está sendo realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Frederico Ernesto Buchholz, utilizando a horta como uma ferramenta didática e de extensão da sala de aula, possibilitando aos educandos uma proposta onde os conteúdos curriculares se entrelacem. O desenvolvimento do projeto foi pensado também, como forma de suprir necessidades da escola onde nós, participantes do subprojeto interdisciplinar do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), na Universidade Federal do Rio Grande (FURG), estamos atuando, refletindo e buscando a partir do desenvolvimento da horta escolar o comprometimento dos educandos com o cuidado e respeito pelo ambiente escolar. Além disso, estamos interessados em trabalhar as relações interpessoais e pertencimento no espaço escolar, ressignificando os conteúdos e possibilitando o pensar quanto às estratégias de aprendizagem e resgate de valores.

Como alunos dos cursos de licenciatura, ou como professores da escola, estamos fazendo um trabalho reflexivo sobre a prática docente, que dificuldades encontramos e os avanços que sentimos no exercício da prática interdisciplinar no cotidiano das atividades escolares. Assim esse projeto também possibilita a observação das nossas vivências e inserção em uma nova perspectiva de prática docente.

Resultados e Discussões
Como este projeto ainda está sendo implementado, podemos afirmar que os primeiros impactos sobre as dinâmicas realizadas até o momento, são positivos. Os alunos se mostraram receptivos e participativos, contribuindo com novas ideias de práticas escolares. A partir desses primeiros passos, pretendemos oportunizar aos alunos, aprendizagens significativas e a ressignificação do trabalho em grupo.

Considerações Finais
Sabemos que não será nada fácil executar esse projeto, mas podemos comprovar a importância que uma horta escolar, pedagogicamente bem explorada poderá trazer, não pensado somente como um espaço produtor de alimentos, mas sim como um instrumento pedagógico para desenvolver atitudes de enfrentamento dos problemas ambientais e atividades interdisciplinares.

Link de acesso ao arquivo completo:
https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BeG11bGN1NkZxTEU/view?usp=sharing



*todos os direitos reservados

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto Física

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg Física:



1) O LÚDICO COMO FORMA DE ENSINAR

Autores*: RAMOS, Esther de farias LONTRA, Patrícia Milano DYTZ,  Aline Guerra  (orientador) PEREIRA, Cristiane (professor supervisor)

Introdução
A Física é vista como uma disciplina complexa, onde muitos têm dificuldade  no entendimento das teorias e fenômenos envolvidos, mas quando entendemos a  Física conseguimos entender muitos fatos e fenômenos que ocorrem na natureza e  compreendemos como as coisas funcionam ou acontecem. O intuito deste trabalho  é buscar meios, ferramentas ou alternativas que contribuam para a melhoria do  processo de ensino, explorando a Física de um modo mais conceitual. Para isso,  pibidianos  do  subprojeto  de  Física  do  PIBID­FURG,  com  apoio  do  professor  supervisor  elaboraram  um  tabuleiro  para  um  jogo  didático  e  interativo  de  termodinâmica,  por  ser  o  assunto  que  está  sendo  trabalhado  pelo  professor  supervisor com seus alunos do segundo ano do Ensino Médio. Com essa proposta,  procuramos  trazer  maior  interesse  das  turmas  e  entendimento  sobre  o  assunto  abordado em sala de aula com o professor supervisor.

Resultados e Discussões
O jogo de tabuleiro foi utilizado como proposta junto ao subprojeto de Física  do  PIBID  FURG, onde  foram  elaboradas  as  primeiras  perguntas  para  serem  utilizadas  no  jogo.  Com  essa proposta,  procura­se  trazer  maior  interesse  e  entendimento das turmas sobre o assunto termodinâmica, abordado em sala de aula  com o professor supervisor. Com essa atividade lúdica temos o enfoque na revisão  dos conceitos de temperatura, calor, dilatação entre outros assuntos específicos da  matéria termodinâmica. A Figura 1 mostra o esquema proposto para o jogo.

Link de acesso ao arquivo completo:
https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BQ1BybEhlQWdVQWs/view?usp=sharing

Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto Pedagogia

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg Pedagogia:




1) A importância dos materiais concretos e dos jogos no processo de ensino/aprendizagem da matemática nos anos iniciais

Autores*: GONÇALVES, Letícia Rodrigues (autora); LICHT, Adriane Dias (co-autora); SILVA, Fernanda Mendes da (co-autora); BECK, Dinah Quesada (orientadora)

Introdução
Este trabalho tem como proposta apresentar a importância do uso de materiais concretos e jogos para o ensino da matemática nos anos iniciais e também auxiliar o trabalho docente no processo de ensino/aprendizagem, a partir da experiência das graduandas do Curso de Pedagogia, da Universidade Federal do Rio Grande, por meio de inserções realizadas através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), na Escola Municipal de Ensino Fundamental Sant’Ana, com o objetivo de compreender o quanto esses materiais concretos interferem na aprendizagem dos alunos tendo em vista que os mesmos possuem um grande interesse por eles.

Resultados e Discussões
O uso de materiais concretos na sala de aula é uma estratégia que pode facilitar o entendimento dos alunos, pois através deste recurso é possível motivá-los à compreensão dos conteúdos. Mais especificamente, os jogos propõem desafios a serem superados e assim faz com que os alunos se envolvam na atividade sendo necessária a utilização de raciocínio lógico, que é indispensável na articulação do conhecimento matemático.

Considerações Finais
Ainda que o processo de ensino/aprendizagem esteja em constante processo de transformação, constatamos que o uso de materiais concretos e jogos matemáticos nas séries iniciais, além de ser uma novidade para os alunos, obtiveram resultados positivos nas práticas matemáticas em sala de aula, pois possibilita uma construção de saberes de forma agradável num ambiente voltado á estimulação do aluno. Destacamos que os professores e a escola ao fazer uso destes recursos, pode assumir uma postura inovadora, possibilitando uma prática que funciona de forma efetiva e que traz resultados otimistas no que diz respeito ao ensino de matemática.

Link de acesso ao arquivo completo:

Veja também a apresentação do projeto:



2) O PLANEJAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Autores*: Jamile Duarte Silveira; Lissandra Pedroso Melo; Patricia Pereira Silva - Eliane Silveira Meirelles Leite (Orientadora)

Introdução
Este trabalho tem por objetivo evidenciar o nosso posicionamento como bolsistas do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) no subprojeto Pedagogia a respeito do “planejar” e como este é executado nas inserções em sala de aula da Escola Estadual Revocata Heloísa de Mello do município do Rio Grande/RS, em uma turma de Educação Infantil. Também destacaremos a contribuição deste programa para nossa formação enquanto futuras educadoras.

Conclusão
Notamos que nossa atuação como bolsistas no PIBID Pedagogia vem nos proporcionando experiências que são de extrema relevância para a nossa formação acadêmica, pois através dele nos percebemos professores e também podemos ver como é a atuação do professor em sala de aula. Assim, o PIBID nos possibilita repensar sobre a nossa prática e nos oportuniza vivenciar a práxis, que se torna essencial para a nossa formação. 

Link de acesso ao arquivo completo:



3) ATIVIDADE FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

Autores*: FURTADO, Andressa Freitas; ARPINI, Maribel Velho; SANTOS, Juliana Dias de Oliveira dos; PEREIRA, Joyce do Amaral; BECK, Dina Quesada (Orientadora)

Introdução
Práticas e observações das graduandas do Curso de Pedagogia da FURG no 4º ano da EMEF Sant’Ana; Perceber a importância e necessidade das práticas desportivas realizadas na escola nesta etapa do ensino.

Considerações Finais
Cada vez mais percebe-se a desvalorização da atividade física na escola, comparada a conteúdos sistematizados, desta forma a cada dia é mais ansiada pelos alunos. Visando romper esta barreira buscamos expandir as opções da turma em relação as atividades realizadas neste momento, para que não se perca o interesse e a motivação de praticar atividades físicas.

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1) E.M.E.I OSCAR MORAES: VÁRIOS OLHARES, UMA ÚNICA PERCEPÇÃO

Autores*: SILVA, Maria Edivana ALMEIDA, Sheron KONOWALUKA, Raquel MEIRELES, Mirene SANTOS, Lubia dos SOARES, Célia VARGAS, Andressa Eliane da Silveira Meireles Leite

Introdução
Inserção das graduandas do Curso de Pedagogia da FURG na E.M.E.I Oscar Moraes; Analisar o cotidiano escolar a partir de diferentes olhares desta comunidade.

Análises e Discussões
A comunidade escolar se sente parte ativa do processo educativo; Escola: receptiva e preocupada em proporcionar um ambiente de vivências prazerosas e agradáveis para todos os sujeitos; Importância da parceria entre a escola e os sujeitos no cotidiano escolar; Construção das aprendizagens de modos diferenciados ainda que as crianças tenham a mesma faixa etária; Importância da Educação Infantil no desenvolvimento das crianças. 

Conclusão
Resgate nos entrevistados do sentimento de pertencimento ao lugar onde estudam e trabalham valorizando, assim, as experiências vividas nesse espaço de aprendizagem.

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Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto Letras - Português/Francês

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg Letras - Português/Francês:




1) A ESCRITA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: ARTICULANDO AS ORIENTAÇÕES DOS PCNS PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E A DIDÁTICA DE ENSINO DE FLE (PIBID FRANCÊS)

Autores*: DORNELES, Matheus (autor) - MISIAK, Eliane (orientadora)

Objetivos
• Refletir sobre a prática da escrita no processo de ensino-aprendizagem de FLE;
• Trabalhar a compreensão e expressão escritas;
• Propor uma prática didática mais humana;
• Estimular a criatividade;
• Realizar atividades interdisciplinares;
• Criar um livro de poemas.

Resultados
• Discussões sobre estereótipos de gênero;
• Conversa sobre consciência ambiental;
• Noções de gêneros textuais;
• Criação do livro ANIMOTCROISÉS

Considerações Finais
• Concepções sobre o Cadre européen commun de référence pour les langues;
• Abordagem sobre as competências;
• Formação de uma unidade didática.

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2) DIDÁTICA DO INTERCULTURAL: PIBID FRANCÊS FURG NA ESCOLA ESTADUAL LEMOS JÚNIOR

Autores*: TIETZ, Patricia Terra Escouto, PADILHA, Alessandra Bastos da Silva, SILVA, Carine Guedes Camargo da - MISIAK, Eliane (orientadora)

Introdução
[..] Em 2012, todo o planejamento foi construído visando fazer com que os alunos compreendessem o processo migratório que estava acontecendo na cidade do Rio Grande, em razão do desenvolvimento de seu porto e de sua indústria naval. Para tal fim, ao estudo do conteúdo linguístico foi associado o estudo do conhecimento de mundo e introduziu-se a noção de alteridade. Pretende-se, com o presente trabalho, apresentar algumas das ações desenvolvidas ao longo deste período.  

Resultados e Discussões
Acredita-se que a abordagem intercultural possibilitou aos estudantes, enquanto atores sociais, além de aprenderem uma nova língua estrangeira, colocarem-se no lugar do outro e voltarem-se para a sua própria cultura, problematizando-a. Essa abordagem permitiu o desenvolvimento de uma competência intercultural, isto é, o conhecimento de si mesmo e do outro em um contexto que respeita as diferenças linguísticas e culturais.

Vale ressaltar que o edital foi encerrado com sucesso no Colégio Estadual Lemos Júnior. As metas propostas atingiram os resultados pretendidos e, ultrapassando as expectativas, o francês permaneceu no colégio. Desde março de 2014, o curso de francês, ministrado pela ex-professora supervisora do subprojeto de francês, está sendo ofertado não apenas aos alunos da escola, mas também à comunidade em geral.  

Considerações Finais
Através do trabalho desenvolvido pelo PIBID Francês na Escola Lemos Júnior, de julho de 2011 a fevereiro de 2014, pode-se notar um grande avanço no trabalho de valorização e reinserção da língua francesa no contexto da educação básica. Através do projeto, foi possível retomar o ensino deste idioma de forma a promover não apenas o aprendizado de uma língua estrangeira, mas também o conhecimento e respeito por outras culturas.

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3) JOGOS DIDÁTICOS: APRENDER FRANCÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA POR MEIO DE ATIVIDADES LÚDICAS (PIBID FRANCÊS)

Autores*: TISSOT, Carolina (autora); BEIERSDORFF, Luciani (coautora);  TEIXEIRA, Mary Margareth (coautora) - MISIAK, Eliane (orientadora)

Introdução
O presente trabalho tem por objetivo geral compartilhar algumas experiências relacionadas ao uso de jogos didáticos no processo de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira e vivenciadas na E.M.E.F Sant’Ana, por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (Pibid FURG), subprojeto de Francês, presente na escola desde março de 2014. Tal abordagem foi guiada pelos seguintes objetivos específicos: promover o uso dos jogos como instrumento de ensino-aprendizagem, contribuir para a diversificação das práticas em sala de aula, inscrever o uso dos jogos dentro de uma progressão pedagógica, e desenvolver, além da competência linguística, diferentes competências linguageiras.

Resultados e Discussões
A partir dos objetivos relatados inicialmente, já é possível perceber alguns resultados, ainda que parciais. As aulas ficaram mais dinâmicas com o uso dos jogos como instrumento de ensino-aprendizagem e contribuíram para a diversificação das práticas em sala de aula. Os estudantes também puderam vivenciar momentos de cooperação e convívio social, além de desenvolver valores de solidariedade, respeito, pertencimento e cooperativismo. Continuaremos o nosso trabalho com outros jogos didáticos como Academia. E também criaremos jogos em conjunto com os discentes para que o aprendizado se dê progressivamente, desde o planejamento do jogo até o objetivo final com o compartilhamento em grupo.  

Considerações Finais
A partir dos resultados obtidos, ainda que parciais, verifica-se a importância do uso de jogos didáticos no processo de ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras, bem como a necessidade de novas abordagens articulando língua, jogos e TIC.

Quanto à importância do Pibid na formação docente, inicial e continuada, percebe-se que este projeto promove a inserção dos estudantes no contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica.

O PIBID Francês é um grande desafio, pois as línguas estrangeiras em geral, e o Francês especificamente, não recebem a atenção necessária nos currículos da Educação Básica. Contudo, essa experiência de iniciação à docência fortalece e complementa nossos saberes sobre a escola, sobre a língua francesa e as culturas francófonas, e sobre o trabalho docente.  

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Mostra de Produção Universitária (MPU): Subprojeto Português

Projetos apresentações na Mostra de Produção Universitária, a partir de projetos realizados pelos bolsistas do subprojeto do Pibid/Furg Português:




1) DA TEORIA À PRÁTICA: AS (IN)CERTEZAS DA PRODUÇÃO TEXTUAL NA SALA DE AULA

Autores*: DIAS, Julianne Brião (autora) - LOBATO, Alexandra (coautora)

Introdução
O presente trabalho visa relatar uma experiência de observação de uma aula de língua materna, a fim de analisar qual o espaço destinado à prática de escrita em sala de aula. à reflexão acerca de como são conduzidas as aulas de língua materna atualmente. Por meio da nossa participação no projeto PIBID de Língua Portuguesa e da oportunidade que nos foi dada para conhecermos algumas escolas, a fim de  realizarmos um trabalho para a disciplina de Estudo do Texto, tivemos a oportunidade de vivenciar como se dá a prática de ensino de Língua Portuguesa, já que, durante o curso de Letras, refletimos sobre a necessidade de se aliar a teoria à prática de ensino e isso, sem dúvida, constitui-se num dos desafios para, nós, futuros professores.  

Resultados e Discussões
As dificuldades são muitas, entre elas a insegurança e resistência dos alunos a escreverem. Um dos problemas é que temem “errar”, já que seu leitor/corretor é o professor. Leitura, reflexão, escrita e reescrita deveriam fazer parte do cotidiano da sala de aula. Quanto à proposta de reescrita, ela é o caminho para a reflexão, a autoavaliação e, consequentemente, a melhora incontestável do aluno no que se refere à produção de textos, além do incentivo à leitura de diferentes gêneros textuais.

Resultados Finais
Tanto a prática quanto a teoria são fundamentalmente importantes para um processo de ensino/aprendizagem adequado, mediado com comprometimento e conhecimento. É preciso enxergar que há aspectos positivos a serem considerados no processo de ensino/aprendizagem, pois, não raramente, somos surpreendidos por alunos capazes de nos encantarem com suas produções textuais.

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2) A FORMA COMO O TEXTO É UTILIZADO NA SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Autores*: VIEIRA,1Vinicius Cardoso (Autor) - Machado,Rosely Diniz da Silva (Orientadora) 

Introdução
Este trabalho tem como objetivo relatar uma prática de ensino de Língua Portuguesa realizada numa escola da rede pública da cidade do Rio Grande, no ano de 2013. Trata-se de uma observação de uma aula dada aos alunos do 9º ano do ensino fundamental, antiga 8ª série, cuja proposta de uma produção textual foi acompanhada por nós, até então, alunos do primeiro ano do Curso de Letras da FURG. Com base nos pressupostos teóricos da Lingüística Textual, foram analisadas as produções dos alunos, com o intuito de observar a presença da escrita na sala de aula, bem como a condução do professor na aplicação da atividade proposta.

Resultados e Discussões
Tal atividade permitiu-nos analisar a competência linguística do estudante, ou seja, sua habilidade de produzir textos orais e escritos, quando expostos a diferentes possibilidades de dizer, a quem dizer, e como dizer;  interagindo, assim, com o outro.

Resultados Finais
Ao lermos a escrita dos alunos, analisando a textualidade das suas produções, percebemos que os mesmos apresentam algumas dificuldades quanto à articulação entre as ideias, manutenção da coerência do texto. Essa experiência nos proporcionou observar a importância de se aliar teoria e prática, investir na nossa formação enquanto acadêmicos de Letras. 

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3) O desenvolvimento textual na educação básica: conhecendo o trabalho docente de língua materna no ensino fundamental

Autores*: LIMA , Matheus Soares de  BRIZOLA, Tatiane - MACHADO,  Rosely Diniz da Silva  (orientadora)

Introdução
O presente trabalho tem como finalidade mostrar como a prática da escrita tem ocorrido no âmbito escolar. Para tal objetivo, assistimos a duas aulas de Língua Portuguesa em uma determinada escola da cidade de Rio Grande, onde foi solicitado que os alunos escrevessem textos com base nos temas definidos pelos professores. Faremos aqui uma análise de duas produções textuais extraídas dessas aulas, visando analisar alguns fatores de textualidade que foram estudados durante a disciplina de Estudo do Texto I e I, no curso de Letras da FURG. Nossa reflexão é sobre o espaço destinado à escrita nas aulas de língua materna, sobretudo como tal prática é orientada. Aos acadêmicos em formação, é relevante a oportunidade de vivenciar o cotidiano da escola, a fim de compreender e aliar os estudos teóricos à prática efetiva.

Resultados e Discussões
Como resultado, obtemos a conclusão de que o ensino de Língua Portuguesa ainda está limitado ao ensino de gramática e regras ortográficas. O texto tem pouco espaço nas aulas, que costumam ser voltadas, quase que exclusivamente, questões gramaticais até mesmo quando se há contato com a escrita.

A realização deste trabalho revelou a importância de que o texto seja trabalhado não só nas aulas de Língua Portuguesa, uma vez que a manifestação da linguagem se faz presente pela necessidade que temos de interagir com o outro. Desse modo, pudemos perceber que toda forma de variedade linguística poderá ser  encontrada na prática escrita, contextualizada e orientada. Leitura e escrita têm sido consideradas duas práticas que não competem entre si, mas se complementam de tal modo que sempre alguém irá escrever intencionando que outro alguém leia o seu texto. Então, na escola, temos um lugar privilegiado para fomentar, potencializar essas habilidades dos alunos.

Considerações Finais
Teoricamente, ensinar gramática constantemente aparenta ser a única forma de se aprender a língua materna. No entanto, o texto é o que realmente vai reunir tudo aquilo que a língua oferece, e irá acima de tudo gerar uma comunicação entre autor e leitor. Por isso a prática da produção textual se mostra importante e deveria ser trabalhada nas escolas, visto que quem lê potencializa sua informatividade, sempre terá algo a dizer sobre o que leu, interpretou. Se não há leitura, interpretação de textos em seus mais diversos gêneros, ou algum estímulo à análise crítica dos alunos frente ao que leram, fica uma lacuna no processo ensino/aprendizagem. Para que haja uma revolução na prática de ensino de Língua Portuguesa, é preciso que as escolas e os professores não mais insistam em explicar aquilo que os alunos já possuem de conhecimento, para que haja portanto , espaço para a leitura, escrita e discussão, como afirma Sírio Possenti (1996: 33). 

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