Mostrando postagens com marcador Química. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Química. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Projeto: Subprojeto Química - Neurociência


2° Seminário Nacional de Neurociências Aplicada à Educação -
Desafio e Possibilidades





1) MEMÓRIAS; APRENDIZAGENS ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO

Autora: CINTIA DOMINGUES TUSNSKI

Artigo
O cérebro é responsável pela nossa aprendizagem fazendo uso de funções cognitivas. Sendo essas, características condicionais na construção do conhecimento. Partindo dessa análise reflexiva venho por meio deste fazer associações expositivas relacionando algumas funções cognitivas como linguagem, visão e audição fatores inerentes na aprendizagem do ensino de química usando como artefatos educacionais que potencializem o conhecimento sendo esses, a narrativa e experimentação. [...]

Link de acesso ao arquivo completo:




2) A ABSTRAÇÃO CONCEITUAL E O ESTÍMULO VISUAL ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO.

Autores*: Maicon Fernandes Garcia; Monize Morgado Neves; Aline Dorneles Machado (Orientadora)

Artigo
Na área de ciências é comum estudar conceitos abstratos, onde nem sempre são compreendidos de forma simples, pois carregam uma densa informação abstrata, porém não são todos os alunos que conseguem criar uma aprendizagem através de algo invisível, nesse caso acredita-se que a criatividade pode ser usada na capacidade que temos de criar um novo caminho, uma maneira de fazer algo e assim resolver um problema. [...]


3) OS ESTUDOS DA NEUROCIÊNCIA NA COMPREENSÃO DO IMPACTO DA ANSIEDADE NA APRENDIZAGEM ESCOLAR
Autores*: Aline Machado Dorneles (Orientadora); Mônica de Quadro Silva
Artigo
O presente trabalho tem como objetivo compreender o impacto do transtorno da ansiedade e como vem interferindo na aprendizagem e na vida das pessoas. Procura-se relacionar o estudo a respeito da ansiedade com a neurociência aplicada na educação, visto a relevância do tema para compreensão da aprendizagem escolar. De acordo com Petersen (2011, p. 233) “a ansiedade tem sua expressão em quatro dimensões bem definidas: emoções, comportamento, pensamentos e corpo”. [...]

Link de acesso ao arquivo completo:
 

*Todos os direitos reservados

Projetos: Subprojeto Química - 34° EDEQ



1) A experimentação e as narrativas no portfólio: parceria licenciando e professor.

Autores*: Ana Luísa V. Ritter; Mônica de Q. Silva; Monize M. Neves

IntroduçãoA experimentação é compreendida como objeto aperfeiçoável (WELLS, 2001) no PIBID/Química, a partir das contextualizações nos encontros semanais do projeto na FURG, com intuito de reforçar a aprendizagem dos alunos através da ação dialógica e investigativa proposta pelos professores em sala de aula. Dessa forma, a experimentação investigativa é um modo de operar o fenômeno em estudo em que a mediação ocorre por meio da indagação coletiva dos modelos explicativos a serem aperfeiçoados. (MOTTA e col., 2013)

Resultado e DiscussãoNos encontros semanais de formação do PIBID/Química discute-se a experimentação no coletivo. As aprendizagens e reflexões do processo de formação são narradas no portfólio coletivo de cada supervisor e os licenciandos. Nesse sentido, apresentam-se, a seguir, fragmentos das narrativas, em que é presente a importância do planejamento coletivo, a discussão dos fenômenos químicos, a oportunidade de vivenciar a sala de aula na parceria do supervisor, entre outros aspectos relevantes no desenvolvimento da experimentação.

Considerações FinaisPortanto, salienta-se a importância de se criar situações de aprendizagem significativa, neste caso por meio da experimentação e escrita realizadas nas rodas de formação do PIBID. Sendo assim, cabe dizer que a realização da experimentação na educação básica, relatado acima, só foi possível pelo trabalho coletivo realizado pela interação professor supervisor e pibidianos, com a proposta de aumentar as possibilidades de questionamentos em relação aos experimentos e nos tornar futuros e atuais professores mais confiantes no desenvolvimento do mesmo na sala de aula do ensino médio.

Link de acesso ao arquivo completo:https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BWUQ1bWo4Z2dPRXc/view?usp=sharing



2) A EXPERIMENTAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA: O COLETIVO NA INVESTIGAÇÃO DO FENÔMENO EM ESTUDO

Autores*: Andréia R. de A. de Vasconcelos; Aline Machado Dorneles (Orientadora)

IntroduçãoO presente trabalho vem sendo desenvolvido no tempo-espaço do PIBID de Química da FURG cujo enfoque é o uso da experimentação investigativa por meio da construção de objetos aperfeiçoáveis, considerada como estratégia didática (MOTTA; HECKLER; DORNELES; GALIAZZI, 2013)

Pensando nisso, o PIBID de Química tem como proposição desenvolver atividades experimentais pelos pressupostos do educar pela pesquisa (MORAES, 2004; GONÇALVES, GALIAZZI, 2004), compreendendo ser preciso problematizar os entendimentos acerca do ensino, aprendizagem e da natureza da Ciência nas Rodas de Formação. Nesse sentido, o PIBID possibilita um espaço de formação e discussão, em que licenciando e professor planejam e desenvolvem atividades experimentais na Roda e nela discutem e problematizam os conceitos da Química. Assim, constroem o entendimento de que as atividades experimentais precisam ser mediadas e se desafiam a promover um trabalho dinâmico, permeado pelas ferramentas culturais, entre elas, o diálogo, a leitura, a escrita e a construção de argumentos na sala de aula (ibidem, 2004). [...]

ConclusãoA partilha de conhecimentos e experiências auxilia em como lidar com possíveis duvidas que possam surgir durante a realização do experimento. Alem de pensar em uma forma de tornar o conhecimento menos complexo e mais palpável para os alunos por meio de exemplos presentes no cotidiano.

Conclui-se que, o objeto aperfeiçoável é um grande instrumento pedagógico que nos permite a reflexão de que a experimentação é realmente cheia de conceitos químicos, uns explícitos e outros implícitos que só o aperfeiçoamento nos possibilita a aprendizagem e, ao registrar essas discussões no portfólio através da escrita coletiva podemos organizar essas reflexões e contribuir para a formação inicial e continuada do Ser professor.

Link de acesso ao arquivo completo:https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BNWNFVDc5WE9xWUU/view?usp=sharing




3) Experimentação do teste da chama: questionamentos e aprendizagens no Ensino de Química.

Autores*: Lucimar Rocha Monteiro (Orientadora); João Batista; Maicon Garcia.

Introdução[...] Desenvolvemos a experimentação intitulada como “o teste da chama” com a intenção discutir com os alunos que alguns metais quando expostos há uma determinada energia saltam de uma camada menos eletrônica para uma camada mais eletrônica e ao retornarem para a camada de origem liberam energia a qual percebemos através das cores. [...]

ConclusãoA experimentação em questão foi realizada no ensino fundamental com objetivo de introduzir o estudo dos saltos eletrônicos dos elétrons nas camadas, através do modelo de Bohr. No encontro de formação do PIBID/Química avançamos a discussão conceitual, relacionado o estudo de números quânticos, orbitais atômicos e espectro dos diferentes elementos. Diante da experiência vivenciada na sala de aula e no grupo de formação percebemos que a atividade experimental relatada tem um caráter mais motivacional do que investigativo, pois os alunos apresentam dificuldades em relacionar o modelo de Bohr com o que é visualizado no teste da chama.

A experimentação quando discutida nos grupos de formação de professores possibilita a construção de um olhar crítico e questionador, com a intenção de que o aluno produza conhecimento e consiga unir os conceitos que aprendeu em sala de aula com o contexto em que vive. 

Link de acesso ao arquivo completo:
https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BWk5KVGRvZ0lSWnM/view?usp=sharing




4) Experiências de ensino e aprendizagem: uma reflexão sobre inclusão e acessibilidade na Química

Autores*: Maicon F. Garcia; Monize M. Neves; Aline M. Dorneles (Orientadora)

IntroduçãoDificilmente a discussão a respeito da inclusão e acessibilidade é realizada nos cursos de licenciatura. Destacamos a importância do licenciando durante sua formação pensar ou mesmo ter uma experiência sobre o tema inclusão de alunos com deficiência na sala de aula. Destacamos como positivo a obrigatoriedade da disciplina de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) nos cursos de licenciatura a partir do decreto 5626/05. Porém fica a dúvida: o que faríamos se fossemos lecionar em uma turma em que há presença de estudantes com deficiente visual? Com certeza este seria um grande desafio, pois os professores não estão “preparados”, porém sabemos que uma disciplina não “prepara”, mas favorece o conhecimento e a discussão a respeito da inclusão e o ensino da Química. [...]

ConclusãoPortanto, acreditamos que tendo um conhecimento maior sobre o assunto estaremos mais preparados para algum dia poder lecionar para um aluno que possua alguma deficiência, já que tudo é questão de certo conhecimento e experiência para incluir esse aluno aos demais da turma, e ao mesmo tempo saber explorar suas habilidades individuais, fazendo com que sua deficiência não seja um incomodo. Quanto ao modelo realizado por nós aprendemos que o material utilizado poderia ser mais bem trabalhado, pois com a fala da convidada ficou claro o cuidado na hora da escolha do material a ser utilizado, tirando muito aprendizado para a formação docente e para criar um espaço de inclusão e acessibilidade sempre que possível.

Link de acesso ao arquivo completo:https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BdGR0cnNWQThvY1k/view?usp=sharing



5) ESTUDO COGNITIVO NA EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA

Autores*: CÍNTIA DOMINGUES TUSNSKI; ALINE MACHADO DORNELES (Orientadora)

ResumoO cérebro é responsável pela nossa aprendizagem fazendo uso de funções cognitivas, sendo essas, características condicionais na construção do conhecimento. Partindo dessa análise reflexiva, apresentam-se o estudo da experimentação na formação de professores de química relacionando algumas funções cognitivas como fatores inerentes no processo de ensino e aprendizagem da química. Centra-se a discussão a respeito da importância dos estudos da neurociência no desenvolvimento da experimentação e a relação com as funções cognitivas, principalmente, o papel da linguagem no ensino de química.

Conclusão
Assim acreditamos que a experimentação possibilita o registro das aprendizagens dos conceitos químicos presentes no fenômeno investigado. Envolvendo memórias visuais e auditivas através das funções cognitivas avaliadas neste trabalho, que podemos assim afirmar sendo de grande importância na aplicação e compreensão do experimento. 

Link de acesso ao arquivo completo:https://drive.google.com/file/d/0B3dgJErY8l3BMkNMZ0gwdVlpN1U/view?usp=sharing


*Todos os direitos reservados





Projetos: Subprojeto Química - SINTEC³

Projetos e participação em eventos.


1) EXPERIMENTANDO O EXPERIMENTO: UMA ATIVIDADE LÚDICA ATRAVÉS DO LEITE.

Autores*: Monize Morgado Neves; Ana Luísa Vieira Ritter; Mônica de Quadro Silva (Orientadora)

Introdução
Apresenta-se o relato de experiência sobre o planejamento e desenvolvimento de uma atividade experimental na sala de aula de Química [...] 

Analisam-se as escritas das aprendizagens dos alunos da educação básica, como também os registros reflexivos produzidos no portfólio coletivo do PIBID, em que a experiência da formação é percebida no envolvimento do professor da educação básica sentindo-se formador do acadêmico da licenciatura, e nessa parceria aprendem, planejam e produzem conhecimento por meio das atividades experimentais na sala de aula do ensino médio.

Conclusão
 Portanto, salienta-se a importância de se criar situações de aprendizagem significativa, neste caso por meio da experimentação no ensino da Química, o qual contrapõe a ideia da memorização, fazendo com que o aluno compreenda e sinta-se integrado no processo de investigação e produção do conhecimento. Sendo assim, cabe dizer que a realização da experimentação na educação básica, relatada no presente trabalho, foi possível pelo trabalho coletivo realizado nos encontros do PIBID/Química, com a proposta de aumentar as possibilidades de questionamentos em relação aos experimentos e nos tornar professores mais confiantes no desenvolvimento do mesmo na sala de aula do ensino médio.

Link de acesso ao arquivo completo:


2) PDPP – Possibilidades de ações no Ensino de Química e Narrativas das Experiências Pedagógicas

Autores*: Tatiane Beatris Gonçalves de Sousa

Introdução
[...] Foram selecionados vinte e cinco Professores de Química, de diferentes regiões do País, a partir dos projetos enviados pelas Universidades participantes dos Programas PIBID e PARFOR.
O objetivo do PDPP é valorizar os profissionais do magistério que atuam na rede pública da Educação oportunizando vivenciar experiências profissionais em outro País, compartilhar saberes e fazeres em Química com os docentes portugueses e conhecer metodologias de inserção das tecnologias digitais na construção do conhecimento químico.

Análise e Discussões
[...] Os desafios propostos trouxeram-nos diferentes conhecimentos, principalmente os módulos que trouxeram as tecnologias. Agregar as tecnologias ao ensino da Química mostra-se cada vez mais necessário, pois vai ao encontro das realidades e interesses de nossos educandos e as disciplinas que trouxeram esta abordagem nos mostrou que é possível ensinar a Química com as mídias e explorá-las de forma a potencializar as aprendizagens. [...]

Considerações Finais
 Pretendo juntamente com a Universidade (PIBID) planejar minhas ações na escola e também partilhar com as demais colegas de Química da rede e com os licenciandos de Química os conhecimentos que adquiridos na formação. Algumas dificuldades surgem como a falta de estrutura física, computadores e internet na escola, mas são os desafios da docência e não podemos desistir e sim persistir.

Link de acesso ao arquivo completo:



3) MEMÓRIAS DA EXPERIMENTAÇÃO NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE QUÍMICA

Autores*: Andréia Rosa de Avila de Vasconcelos; Aline Machado Dorneles (Orientadora)

Introdução
 O grupo do PIBID/Química da FURG é constituído de 4 professores supervisores de Química atuantes em escolas públicas, 12 licenciandos e 1 professor da universidade. Uma das atividades do projeto é a escrita narrativa no portfólio coletivo, cada professor supervisor recebe no início do projeto um portfólio com objetivo de mediar a escrita coletiva com os licenciandos. A cada semana um participante escreve suas reflexões, coloca imagens e perguntas e passa para outro que irá ler e escrever sua narrativa.

 A primeira escrita no portfólio coletivo do PIBID/Química, no ano de 2014, tratou-se de resgatar as memórias de uma experimentação que marcou durante a sua formação escolar. Para isso realizou-se estratégias para elaboração da narrativa, com o propósito de relembrar a experimentação, os conceitos de química e a aprendizagens relacionadas à experiência narrada.

 Na busca de compreender como funciona a memória dialoga-se com Izquierdo (2004, p.3) o qual afirma que “a mente humana depende em grande parte da memória, pois “somos aquilo que lembramos” e “também somos o que decidimos esquecer”. O mesmo autor complementa que a memória passa, assim, a ser “a informação aprendida” mais “o efeito do hormônio que for liberado durante a experiência correspondente”. (p. 5). Isso leva a pensar a importância de relembrar as memórias que nos constitui.

Considerações
A experimentação no ensino de química constitui de um recurso pedagógico que na maioria das vezes encanta, seja, pelo lúdico ou pela abordagem diferenciada dos ditos conteúdos de Química. Ao narrar experiências vividas de um experimento que marcou a nossa formação, fato que ficou em nossas memórias, potencializa os nossos conhecimentos e nos permite fazer reflexões e a escrita no portfólio coletivo permite registrar e compartilhar com outras pessoas nossas vivências que de certa forma fazem parte da nossa caminhada na formação.


Link de acesso ao arquivo completo:



4) PRODUÇÃO E RECICLAGEM DO PAPEL: DESENVOLVENDO UNIDADES DE APRENDIZAGEM NUMA ABORDAGEM CTS.

Autores*: Cássio Henrique Henn; Eunice Beatris Soares Martins; Simone Soares (Orientadora)

Resumo
 O presente relato descreve a experiência docente vivenciada por intermédio do PIBID (Programa Institucional de Bolsa e Iniciação à docência) de Química da FURG (Universidade Federal do Rio Grande). No segundo semestre do ano de 2013 fomos desafiados a desenvolver uma proposta de trabalho interdisciplinar, por meio de uma situação-problema com alunos da EJA (Ensino de Jovens e Adultos) na Escola Estadual de Ensino Médio Brigadeiro José da Silva Paes. 



A proposta teve como ponto de partida o tema “O Consumismo” e o foco do trabalho, o lixo, culminando no estudo a respeito da “Produção e Reciclagem do Papel”. Depois da apresentação de vídeos, textos, diálogos, escritas e júri simulado os alunos produziram papel reciclado a partir do papel descartado na escola nos diversos turnos. Destacamos no relato a significância desta proposta de trabalho para o aprendizado dos alunos bem como para a constituição profissional dos acadêmicos envolvidos.



Considerações Finais

A proposta aqui relatada menciona a pesquisa como agente motivador da aprendizagem, e potencializada a partir de uma situação-problema. Concluímos como significativo o envolvimento dos alunos ao longo da Unidade de Aprendizagem percebendo como foram em busca de resposta aos questionamentos propostos, sobre a indústria de celulose, como organizaram os questionamentos, as argumentações e no empenho na produção do papel reciclado.[...]


Link de acesso ao arquivo completo:




5) QUÍMICA DO CABELO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA COM ENFOQUE CTS NA SALA DE AULA

Autores*: Carina Ritter Geremias; Guilherme Alves Martins (Orientador)

Introdução
Apresenta-se o relato de experiência de uma proposta pedagógica intitulada Química do Cabelo que foi realizada em uma escola pública do município de Rio Grande-RS [...]

Realizou-se o planejamento da proposta pedagógica Química do Cabelo no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na Universidade Federal do Rio Grande (FURG) subprojeto da Química, com a participação da professora supervisora da educação básica e dois licenciandos do curso de Química Licenciatura. As aprendizagens aqui relatadas são oriundas das nossas escritas em portfólios para relatarmos as vivencias em sala de aula e apresentações de seminários os quais os alunos escolhiam o tema e nos abordávamos estes juntamente com o conteúdo.

Conclusão
Concluímos que os alunos estavam com dificuldade de relacionar a química da sala de aula com seu dia-a-dia, e o seminário sobre cabelos os ajudo a contextualizar o conteúdo de ligações. Assim percebemos a importância de discutirmos temas trazidos pelos próprios alunos, pois esses são extremamente atrativos para os mesmos e relacionar o conteúdo formal com assuntos cotidianos facilita a compreensão e a construção do conhecimento. Pensamos que a abordagem de conteúdos com foco ambiental e/ou social faz com que os alunos construam a sua formação cidadã, o que é um dos papeis importantes da química.

Link de acesso ao arquivo completo:




6) A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID NA EXPERIMENTAÇÃO COLETIVA.

Autores*: Maicon Fernandes Garcia; Aline Dorneles Machado (Orientadora)

Introdução
Infelizmente grande parte dos alunos que estudam os conteúdos de química tem dificuldades de aprendizagem, isso pode ser causado devido ao excesso de aulas expositivas em que o aluno não consegue associar o conteúdo com a realidade, criando uma rotina monótona naquela aula tradicional, desmotivando o aluno a aprender química.

Com isso, este trabalho descreve algumas das atividades realizadas no PIBID-QUÍMICA da FURG, tendo como enfoque a experimentação, com o objetivo de promover uma investigação experimental sobre os conceitos químicos presentes nos experimentos, ao mesmo tempo em que através do coletivo elaboramos perguntas que melhorassem o experimento ou mesmo que nos instigassem enquanto grupo sobre os fenômenos conceituais. Como grupo, apostamos no processo de investigação, pois além de aumentar a compreensão dos fenômenos envolvidos proporciona um maior domínio dos conteúdos de uma forma mais natural, propiciando ao professor ser um mediador da construção do conhecimento, ajudando na sua formação como professor-instigador e promovendo uma forma dos próprios alunos construírem o seu conhecimento.

Resultados e Discussões
Durante a aplicação dos experimentos percebemos que algo conceitualmente simples pode gerar duvidas, aplicar de um jeito instigador é muito interessante, porém não podemos esquecer o conceito, por isso durante a realização dos experimentos sempre discutíamos este com livros ou artigos que trazem o conceito químico envolvido do experimento. [...]

Conclusão
Portanto, após ouvir os relatos dos professores e licenciandos acreditamos que a experimentação investigação fez uma diferença significativa na metodologia de aplicação do experimento, pois o que poderia ser apenas mais um experimento tornou-se algo interessante na visão dos alunos, já que a professora norteando seus alunos a reflexão investigativa, contribuiu muito para o processo de aprendizagem desses sujeitos.

Link de acesso ao arquivo completo:



Atividades nas Escolas: Subprojeto de Química









- Produção de 5 kits de atividade experimental sobre ligações químicas; - Desenvolvimento e aperfeiçoamento de 8 atividades experimentais durante os encontros de formação e na escola, com o uso de vidrarias e materiais adquiridos pelo projeto







Criação de álbum de fotos com a realização das atividades experimentais na escola e na universidade